Olá Ernesto

Olá Ernesto, seja bem vindo à minha apresentação, assim como solicitado, que muito sucintamente tenta mostrar a minha paixão e conhecimento deste esporte tão complexo quanto apaixonante.

Sempre alguém há de perguntar isto: “Como você consegue gostar de ver carros rodando sem parar num circuito?”. Com certeza alguém já fez esta pergunta a todos nós fãs de automobilismo. Tenho certeza que sim, e falo por mim, sempre que tento explicar o porquê de gostar de F1, menos eles percebem.

Fui criado por um pai também apaixonado por corridas, e comecei a ver F1 desde muito cedo, ele dizia que muitas vezes eu já prestava atenção aos 2 anos de idade quando passava F1 e eu ficava muito quieto a olhar para a televisão.

Claro que isto com o tempo se tornou mais do que hábito, virou matéria de interesse infinito diria eu, comprando revistas, livros e fitas afim de me inteirar sobre todas as épocas deste esporte. O que no início não passava de um interesse relativamente animado se transformou em caso sério e hoje em dia não é uma paixão, é um amor.

Obviamente tenho memórias escassas de quando tinha 3, 4, 5 anos, as memórias mais antigas, embora poucas são da temporada de 1987, lembro-me de assistir várias vezes a corrida de Monaco que meu pai havia gravado numa cassete e que um certo Pascal Fabre aparecia toda hora para levar uma volta de Ayrton. Galvão com sua inconfundível maneira de narrar nunca me fez esquecer deste pobre coitado que tomou 7 voltas naquela corrida.

Como podem perceber tenho muitas recordações de Senna e é mais que natural, afinal nasci em 1984 e cresci nos anos Senna, mesmo que Piquet fosse o campeão mundial e Prost um grande rival, as atenções eram em sua maioria voltadas para ele, o mais rápido de sua geração.

Depois de sua morte não sei como meu interesse não diminuiu, com o passar do tempo, deixei de ser apenas fã de Senna como milhões de brasileiros e descobri que sou um fã das corridas de automóvel. Mas a F1 continua sendo minha modalidade favorita e indiscutívelmente tem o primeiro lugar no meu “pódio”.

Tento porém manter a imparcialidade nas opiniões que dá, apesar de ter meus pilotos e equipes por quem simpatizo mais ou menos, não é por simpatizar por alguém que o tenho de o colocar “intocável” e de nunca o criticar.

Esperar ansiosamente pelo domingo, se for necessário acordar as 4 da manhã ou não dormir até as 3 para ver a corrida, ver os carros no grid, a espera para que as 5 luzes se acendam… Batida? De quem? Bateu alguém na primeira curva?  Tudo fascina, as estratégias que as equipes adotam, o desenvolvimento de aerodinâmica e motores, troca de pneus… a imprevisibilidade da F1 acaba ditando uma modalidade completamente diferente das outras.

Para finalizar, agradeço a gentileza pela oportunidade de mostrar a você um pouco da minha paixão e espero poder contribuir para este projeto futuro se possível.

Muito obrigado, que Deus lhe abençoe e abraços!

Edson Framil

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